Arquivo | Maio, 2011

The Sartorialist

18 Maio

Great video of Scott Schuman’s day life, aka, The Sartorialist – Great blog, beautiful photos…


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Low Cost for children

17 Maio

Hoje foi o shopping day para o filhote e por isso não quero deixar de agradecer a existência das Zippys, Zaras, C&As e H&Ms da vida, ou seria terrivelmente dispendioso (quase impossível para muitas famílias) vestir as nossas criancinhas todos os dias, só nós mães sabemos quantas diferentes mudas por dia!

Qualquer uma destas lojas permitem que os nossos filhotes andem quentinhos ou à fresca, confortáveis e sempre muito giraços. Fazendo um breve passeio entre estas lojas podemos vestir os nossos filhos ao som do último grito da moda a preços super, super acessíveis. Os valores andam em média entre os 7€ e 12€ a peça, por vezes são até para packs de peças, como por exemplo para os interiores que são habitualmente vendidos aos pares ou em grupos de 3.

Dez vez em quando lá se pode comprar uma coisinha ou outra mais cara por ser irresistível e porque vai fazer toda a defirença no look do pequenote, mas de facto trata-se de um comportamente excepção e não uma regra. Não só porque há preços que são realmente um exagero dada a dimensão das roupas vs quantidade de materiais utilizados mas, sobretudo, porque eles crescem tão depressa, a roupa deixa de servir a uma velocidade inter galática que, se vamos fazer grandes investimentos constantes no guarda-roupa, é uma dor de alma cada pequena meia ou t-shirt que deixa de servir quase de uma semana para a outra.

Vivam as marcas low cost (com pinta)! Um grande obrigada em nome das mães dos nossos dias 🙂 Se para nós estas lojas já fazem milagres para os mais pequenos são o verdadeiro paraíso!

www.zippy.pt

www.zara.com

www.hm.com

Fashion. Love, Africa

12 Maio

“Clements Project” deu origem ao Fashion. Love, Africa após ter estado no Kenya e ter conhecido a realidade de um grupo de mulheres (avós, mães e filhas – vítimas de maus tratos, violações, HIV…) que vivem na lixeira e faziam malas a partir de sacos encontrados na lixeira onde viviam/ vivem. Ryan Clements, designer Nova Iorquino, ficou impressionado com este grupo de mulheres que, se tivessem sorte, vendiam uma ou duas malas por semana permitindo-lhes alimentar os seus filhos que vivem com elas. Quando regressou aos EUA não conseguia deixar de pensar nelas e desenhou uma colecção de malas que lhes iria permitir dar um aspecto mais atractivo aos produtos de modo a que pudessem ser mais interessantes para venda. O objectivo é angariar mais dinheiro para aquelas mulheres darem uma vida melhor aos seus filhos e elas próprias serem, claro, mais felizes mas também para comprar uma parte de terra de modo a dar a estas pessoas um lar, um bairro, fora da lixeira.

Projecto extraordinário. Vou comprar uma mala para mim para também contribuir (e uma mala nova nunca é demais). Conheçam o plano no site e façam as vossas compras: fashionloveafrica.com

Conheçam o Clements, o projecto e as “suas” meninas:

Come a papa “Joana” come a papa

12 Maio

Hoje foi o dia em que o meu filhote comeu uma bela papinha pela primeira vez. Coloquei-lhe o maior babete que ele tem, uma fralda para tentar proteger a cadeira e um pano por baixo do prato da papa. Eu até vesti um avental com medo que voasse papa em todas as direcções! E surpresa das supresas ele adorou!! Nada de cuspidelas, até me agarrava a mão para garantir que a sua nova comidinha não fugia. Foi um momento mesmo giro, memorável. Gravamos para a prosperidade, já tive a ver com o pai e visto assim de fora faz a mãe ficar ainda mais orgulhosa! Mãe e pai totalmente babados!!!!

Telemóveis para que vos quero?

10 Maio

Tenho dias em que não me apetece nada, nada, nada, falar ao telemóvel, ao telefone, (wathever) falar por voz com alguém à distância! Há dias que não tenho a mínima paciência, só de olhar para o aparelhometro fico com náuseas. Não consigo explicar. É como se me apetecesse estar simplesmente comigo própria, ou focada no que estou a fazer, ou a dar atenção à pessoa que está à minha frente  e estivesse a ser interrompida sem que ninguém peça licença. Grrrrrrr. Quando estou nestes dias e tenho obrigatoriamente de fazer chamadas o drama é quase o mesmo! Ou seja, a ausência de vontade de falar ao telefone tanto é para receber como para fazer chamadas, não se trata de uma questão de sentimento de invasão de privacidade. Não! É algo mesmo relacionado com o acto de falar com alguém que não estou a ver, que me chega de repente pelo telemóvel, com a qual tenho de seguir um certo ritual típico deste tipo de conversações (cumprimentar + introduzir tema + às vezes, passar ao tema nº 2 + despedir), à qual tenho de transmitir um certo estado de espírito e à qual tenho de avaliar igualmente o estado de alma.

Qual o problema que se gera daqui? É que quando, nestes dias, não atendo, não respondo ou não faço chamadas fico com uma lista infinita de chamadas para devolver, passando dias (como o de hoje) a falar, falar, falar sem parar. Chegando ao fim cansada de tanta conversa, chateada porque tive o dia todo a falar ao telemóvel em vez de fazer isto ou aquilo, e com cada vez menos vontade de manter estes rituais. Eu sei… eu faço com que uma coisa insignifiante se torne estupidamente num problema, mas não consigo mesmo evitar! Eu prefiro nos dias maus não atender, pois falar sem emoção, não prestar atenção a quem está do outro lado ou fingir interrese quando não o tenho acho pior ainda. Lá terei de tentar ir vivendo com isto, forçando muitas vezes (até porque enquanto account que sou tenho mesmo de falar ao telemóvel a toda a hora! os clientes não devem ter de sofrer dos devaneios das suas gestoras de conta, certo?!).

Este é um hábito demasiado enraizado na nossa sociedade para que se consiga facilmente abolir e na verdade dá um jeitaço na maioria das vezes. Conseguimos “estar” facilmente com algum amigo que mora longe ou outro que tem andado ocupado matando saudades e pondo a conversa facilmente em dia. Agora não deixo de dizer que sou muito mais fã do email. Oh Santo email que me trazes paz de espírito às minhas comunicações e aos meus dias!

Kate Bride

2 Maio

Lindo!! Sobre o casamento de Will&Kate a Kate Moss tem algo a dizer:

Kate Moss em campanha para Agent Provocateur Bridal.

Baby Yoga

2 Maio

Estava eu no final da gravidez quando me falaram do Baby Yoga. Fiquei logo com imensa curiosidade de saber mais e perceber onde podia praticar com o meu filhote. Na altura porque achava, ingenuamente, que ia ter tanto tempo disponível durante a licença de maternidade que precisava de o ocupar, e que nada melhor para o fazer do que encontrar uma actividade que pudesse partilhá-la com o meu filho.

O Baby Yoga pode ser praticado a partir dos 2 meses, mas lá fui deixando passar o tempo e no ínicio do 3º mês é que comecei a minha pesquisa e contactos para nos inscrever. Logo tive azar que o mês de Abril com Páscoa e feriados a montes foi um mês onde esteve tudo um pouco em stand by, mas na semana passada lá consegui finalmente marcar uma aula. Fomos hoje. Eu estava entusiasmadíssima para ver como é que o meu filhote reagia, como é que ele ia lidar com os outros bebés, como é que ele ia reagir aos exercícios. E o meu filho o que é que fez? Adormeceu no carro a caminho da sua primeira aula e acordou precisamente no final da mesma! O que eu me ri. O safadinho que nunca dorme nada de jeito à tarde logo lhe deu hoje para dormir uma sesta profunda. Nem havia quaisquer cantorias ou choros que abalassem o seu sono de beleza. Só rir. Bem, mas lá assisti à aula que adorei. Ele ainda acordou a tempo de estar ali um pouco a observar os outros bebés, a professora e a ambientar-se ao espaço. Pelo menos para a próxima já está mais “preparado”.

A aula é composta por uma série de pequenos exercícios (claro! não nos vamos esquecer que são bebés entre os 2 e os 7/8 meses – depois há outros níveis para os mais velhinhos) que os bebés praticam com a ajuda das suas mães ou pais tais como: puxar os bracinhos para eles subirem o corpo e a cabeça, rodar as pernocas para um lado e para o outro, juntar um pézinho com o outro, etc, etc. Tudo com cantiguinhas suaves, desempenhado com a calma que o Yoga e os bebés assim o exigem e intercalado ora com uma birrita de um, ora com uma fralda suja de outro. Tudo ao que uma sala de bebés juntos dá direito! O Baby Yoga funciona na base de mimar o nosso bebé, permitindo que tenha acesso a novos estímulos adequados à sua idade, e proporcionando a interacção com outros bebés, e outras pessoas que não são da família, de forma confortável pois estão na presença de alguém da sua confiança – a mãe ou o pai, ou os avós.. – o que acho fundamental principalmente antes de entrarem para o infantário (que infelizmente será o caso do meu filho).

No final, as mães acabam por ter um tempinho para falar, trocar experiências e dar dicas umas às outras e, melhor que tudo, desanuviar da sua árdua, embora totalmente gratificante, tarefa de ser mãe. Ajuda-nos a desdramatizar, a relaxar e a gostar mais ainda da nossa função a tempo inteiro.

Deixo um vídeo para poderem ver um pequeno excerto de uma aula e também saber um pouco mais sobre este “desporto”.

E fica também o blog da nossa professora e do Baby Yoga Portugal onde podem retirar mais informação, conhecer horários e locais das aulas.

Para quem está de licença de maternidade, ou estará em breve recomendo vivamente! Acho que os bebés também agradecem.